Algumas pessoas apresentam sinais celulares da doença sem serem doentes. O mal de Alzheimer é uma das doenças mais incompreendidas que existem atualmente. Quanto mais uma pessoa vive, mais vulnerável fica a ela.
O aspecto intrigante da doença é que ninguém realmente sabe como ela debilita e mata. O mal de Alzheimer só pode ser diagnosticado com clareza após a morte, porque suas características determinantes são placas microscópicas presentes nas células nervosas do cérebro. No entanto, um grande número destas placas também é encontrado nos cérebros de algumas pessoas que não apresentaram diminuição das faculdades mentais quando vivas.
Um documento apresentado nesta semana no encontro anual da Academia Americana de Neurologia pode trazer a solução para conter a progressão da doença. Pesquisadores acreditam que existe uma característica nos cérebros das pessoas que têm sinais internos do mal de Alzheimer, mas que não desenvolvem a doença. Segundo eles, o cérebro delas é maior. Nestes casos, uma região do cérebro chamada hipocampo seria cerca de 10% maior do que a média.
